quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

guache de gauche



na parede imatura

não faz sombra a árvore:

pedala na moldura.

e um paradoxo sustenta

a semelhança na pintura.







*das minhas experiências coloridas na parede do quarto.

7 comentários:

Fabrício Franco disse...

Primeiro, do insólito que é a figura. Fiquei tentando entender a mensagem subjacente (se existe), para então deixar-me levar pelo engraçado que é ver uma árvore ciclista. Depois, colocar o lúdico de tudo dentro da moldura do seu texto, que pode me explicar tudo. Durante todo o trajeto, um sorriso me fez companhia. Que mais se pode pedir de um poema?

Beijo!

Helena Rita disse...

Neste quarto ilustrado tudo é sinônimo de liberdade. Beijos.
Rita

Linguagem e Poesia - Bruno de Andrade disse...

Não sei por que acontece isso! :(

Rafaela Gomes Figueiredo disse...

Franco,
suas palavras, aqui, traçam gentileza.
e eu agradeço.

um beijo

.

prima!
meu quarto é mesmo onde mais me sinto livre!

beso

.

amigo,
tenta descobrir...
aparece um tal de over crash ou algo assim! :S

beijo

Leandro Jardim disse...

Uma graça! :)

Talita Prates disse...

Esse quarto também é meu!
\o/

Saudades daí, Rafa.
Saudades docê.

E amo, e é muito.

Rafaela Gomes Figueiredo disse...

:)

.

e uma saudade aqui também...!
e amor grande.
sempre.

(F)