quinta-feira, 4 de abril de 2013

Brasil




Tanta seca para pouca chuva  
Tanta vaca para pouco mato 
Tanto pé para pouca uva 
Tanta rã para pouco sapo 
Tanto frio para pouco casaco 
Tanta gente para pouco espaço 
Tanto chão para pouco vassalo 
Tanto reino para pouco palhaço 
Tanta boca para pouco prato 
Tanta merda para pouco vaso 
Tanto drama para pouco caso 
Tanto azo pro porco Estado!

11 comentários:

Fabrício César Franco disse...

Poetisa,

Gostei de tudo, da ilustração à última linha do poema. Muito apropriado para os tempos nebulosos em que estamos vivendo.

Beijo, com carinho!

Fred Caju disse...

Tão mundo.

Rafaela Figueiredo disse...

Franco poeta,
sou sempre alegrada e grata por suas leituras!
Sei q poderíamos fazer uma lista muito maior dessas coisas aí...

Um bjo

.

Caju,
acho q é bem isso... aqui é só uma peça do quebra-cabeça.

Bjo

Jota Effe Esse disse...

Muito bom, tomara tenha boa acolhida nos meis pertimentes. Meu beijo.

Rafaela Figueiredo disse...

Obrigada pela leitura e gentileza!

Abçs

Lu Rosário disse...

E o desequilíbrio do mundo está ainda, nesse tanto descaso para pouco caso.

Beijão!

Rafaela Figueiredo disse...

Bem isso, Lu.
Como comentei: perco a esperança às vzs.

Bj

Anônimo disse...
Este comentário foi removido por um administrador do blog.
Anderson Lopes disse...

Tantos gênios
E poucos avanços...

Lu Rosário disse...

Muito obrigada pelos comentários, Rafa! Você é um pérola, coisa rara.

Beijos.

Rafaela Figueiredo disse...

Acho até q faltam gênios hj em dia, Anderson...

Abraço grato pela leitura!