Não creio que seja a pessoa mais indicada para falar de minha própria... 'obra': meu grau de egolatria é muito baixo para isso. Mas o nível de alegria é alto e a propaganda se faz necessária!
Ia fazer uma ligeira propaganda também da editora e tal, mas estou meio revoltada: minha capa não saiu bem o que eu esperava [meio escura e com imagem mal editada], todavia vamos ao conteúdo - que interessa.
Depois de mais 4 anos sonhando e organizando um espaço [além blog e caderninhos] onde eu pudesse deixar registrados os devaneios-desabafos-desastres... enfim, venho anunciar o 'lançamento' d'o meio do avesso, meu primogênito livrinho de poesias.
Para quem já sabia dele, a espera acabou; para quem 'tá sabendo agora, eis um pouquinho:
"Foi de tanto ler poesia que Rafaela Figueiredo ficou assim: essa inteligência intensa pintada com lírico deboche. Um tanto de juventude e aquela coragem de publicar livro de poesia num mundo que conta apenas o peso morto do dinheiro; um tanto de maturidade e a liberdade de rimar o cotidiano com as dores de "minh’alma sombria” – que ora aparece também como “minh’alma desnatada” – , eis a pessoa poética que é, no espírito desta letra que ora se apresenta aos leitores. (...)"
[Trecho da orelha que, com muita gentileza, a linda da Marcia Tiburi me deu!]
Bem, meu avesso traz, pois, destas coisas, que, muitas vezes, só o silêncio escuro [do meio, do in] pode dizer. Mas traz também cores, dos dias mais leves, e amores, não só de rima com dores.
Poesia não sustenta a vida, mas alimenta uma alma. Por isso, o preço 'tá bacana; não seja mão-de-vaca, hein?! [hahaha]
Maiores informações: omeiodoavesso@gmail.com




